o arquitecto de lisboa.

francisco caetano keil coelho do amaral. lisboa (28/4/10 – 19/2/75).

corrida da árvore, g.p. natal, corrida do metropolitano, meia-maratona e maratona de lisboa, corrida do aeroporto, entre outras. correr em lisboa é testemunhar o enorme contributo que keil do amaral deixou à capital.

nas cinzentas décadas de 40 e 50 do século passado, no quadro da renovação urbanística dinamizada por duarte pacheco, o ilustre arquitecto projectou os espaços verdes e os grandes equipamentos da capital, entre os quais se encontram o parque de monsanto, o parque eduardo VII e o jardim do campo grande. acrescente-se-lhes o aeroporto (1938-42), a FIL (1952- 57) e a primeira fase do metropolitano (inaugurada em 1959) e têm-se outros equipamentos determinantes da modernização da cidade, mesmo se todos eles conheceram depois transformações ou deturpações que alteraram quase por completo a configuração original dos projectos, num processo extremo de diluição de autoria e memória.

apontado como o mais importante arquitecto lisboeta dos anos 40 e 50, o reconhecimento de keil do amaral foi persistentemente ocultado pelo regime político que combateu, mas deparou também com a adversidade resultante das insuficiências do trabalho historiográfico nacional. perdurou o legado, testemunho do seu carácter visionário e modernidade, numa lisboa à época apática e fechada sobre si mesma.

porque não uma prova que o celebre, passando por alguns dos locais que projectou? início no campo grande e fim em monsanto, na alameda com o seu nome. fica aqui a ideia.

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