estrada

#p3.17

Mais uma estreia no meu calendário de 2017.

Uma prova com um percurso algo difícil, mas do qual facilmente nos abstraímos por via do espectáculo de cor proporcionado pelos jacarandás em flor que embelezam as ruas e avenidas do bairro do Restelo.

Com o habitual selo de qualidade da HMS Sports, a 5ª edição da Corrida de Belém foi um evento simples e focado no essencial, no qual participei com prazer.

Recomendado.

#p2.17

Num ano dedicado a participar em provas nas quais nunca marquei presença, desta vez fui a Alverca onde acrescentei mais uma instalação militar ligada à aviação à minha lista.

Já corri nas BA1 (Sintra), BA2 (Ota) e BA6 (Montijo) e agora no Complexo Militar de Alverca, um local de grande importância na história da aeronáutica portuguesa desde o longínquo ano de 1919.

O percurso da 3ª Corrida Cidade de Alverca proporcionou uma incursão pelas instalações do aeródromo que estava destinado a ser a BA8, a qual, no entanto, nunca foi activada. Acolheu inicialmente o Grupo Independente de Aviação de Bombardeamento (GIAB) e a Companhia de Aerosteiros, tendo progressivamente deixado de ter uma vertente operacional para se transformar num aeródromo logístico de apoio aos vários organismos aeronáuticos instalados em Alverca.

Ali funcionou igualmente o primeiro aeroporto internacional português, cuja denominação oficial era Campo Internacional de Aterragem. Destinava-se a servir de terminal às ligações aéreas internacionais com Lisboa, sendo desactivado em 1940 quando foi construído o aeroporto da capital.

Quanto à prova nada de negativo a assinalar, onde tudo o que é essencial esteve no terreno. Assim sendo, resta-me felicitar a organização pelo profissionalismo e rigor demonstrados, que resultaram num evento no qual foi um prazer participar.

Agora faltam as BA4 (Terceira), BA5 (Monte Real) e BA11 (Beja). Pode ser que um dia abram as suas portas a uma prova desportiva.